Você recorda
meu eterno menino?
Daquele amor ingênuo,
mas em desatino?
Da inocência e paixão louca
que a gente tinha?
Ah, como eu gostaria
imensamente de saber,
que recorda que me deu
o primeiro prazer
e eu adorava quando afirmavas:
- Você é minha! Só minha!
Arethuza Viana

0 comentários:
Postar um comentário