sexta-feira, 11 de novembro de 2011

EU TE AMO!


Hoje...
que saudade de você,
na tristeza
que ninguém
em cada poema
que escrevo ou declamo!

O tempo passou
tão indiferente,
mas a dor de não ter você
é tão frequente
e não posso gritar
que eu te amo!

Por quanto tempo
fiquei ressentida,
porque eu te entreguei
a minha vida:
Um jovem coração
e um amor sem fim!

E não soubeste
o meu amor cultivar...
Eu, tola,
não soube te perdoar
e tu, não soubeste
lutar por mim!

Arethuza Viana


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